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O Livro do Tempo

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

Uma Liderança das antigas.

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Dá vontade de perguntar, o que é que fulano ou cicrano têm para serem tão admirados, para serem sempre tão referênciados, para terem todas as luzes da ribalta à sua volta, por serem capa de jornais a toda a hora?

Existe tanta gente por aí, que faz de tudo para terem, já não digo os famosos cinco minutos de fama, mas pelos menos um minutinho. Com uma preparação de vida incrível, um curriculum invejável. Tantas vezes, nem um minutinho lá chega. Porque será?

Um velho costume, de raízes profundas, ancestrais mesmo, sem que isso signifique algum tipo de ligação heriditária, proclama a atitude de servir para se ser líder.

O Papa Francisco esteve em Portugal há poucos dias. É o chefe da maior comunidade religiosa do mundo e é o líder de cerca de mil milhões de seres humanos.

Quem conhecia este homem até à sua eleição para papa, eram muito poucos. Em pouco tempo se afirmou naturalmente no seio da comunidade que dirige, essencialmente devido a duas ordens de razão: é um líder que serve a sua comunidade e é um homem que toma as suas decisões, corajosamente.

Com certeza que esta atitude é de risco, um risco muito elevado, porque a evolução de conceito ditou um espaço de proteção exclusivo, aliás como sucede em todas as terminologias de semelhança.

Nada fará prever, uma vez mais, que qualquer recusa de batalhar contra o medo, será um aprofundamento do vazio da existência.

Existem provas, cada vez mais consistentes, que a falta de liderança, engrossa a muralha do medo, mas uma muralha nublosa.

Se tivessemos uma liderança das antigas, não seria nada disto, dizem os mais entendidos, mas que podemos estender aos mais envergonhados, não aqueles que têm vergonha, mas os que se escondem.

Ah...quanta ingenuidade existe em tudo isto, quanta falta de presunção se pretende atirar a um mundo reconhecível para uma vasta denominação de conjunturas desenvolvidas pelas veredas de uma oportunidade.

Sejamos francos, o mundo não necessita mais de liderança ou lideranças, necessita sim de quem trabalhe, de quem dê o corpo ao manifesto e vá suar as estopinhas do quanto custa a vida.

Para quê estar a falar em liderança? O que faz falta mesmo é quem mande nisto, de quem ponha ordem nisto, porque só se vê desordem.

A preocupação chega a estes pontos sim, uns que clamam por uma liderança que ilumine, outros que sabotam a tentativa de ignorância dos energúmenos que só sabem estragar os planos do que se está a fazer.

Diz o mesmo protagonista que, cada um faz o seu trabalho, independentemente as suas origens e causas. Muito bem.

Costuma-se dizer que a verdade vem sempre ao de cima, é como o azeite.

Oxalá que a entrada de uma nova era simplificada de processos, permita liderar conceitos básicos de uma vida bem vivida, plena da complexidade da vida que alimenta o ser humano. Afinal quem interessa servir, senão a razão disto tudo, a razão de palmilhar uma evolução comum.

Ninguém é igual a ninguém. Por mais quantidade que a população do mundo cresça e habitantes tenha este planeta à beira de uma pequena galáxia quase desconhecida, não encontraremos nunca dois seres humanos iguais e independentemente da contínua e eterna guerra entre o bem o mal, a direção necessita estar nas mãos da sabedoria.

Ah...de novo a ingenuidade, com certeza.

O oposto é comer pela medida grande.

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