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O Livro do Tempo

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

O desafio da individualidade

Era uma vez...o que leva a ficar por um passado distante e muitas vezes, ou até mesmo a maior parte das vezes, não mais vivenciável, pela distância que ficou e que fica irremediavelmente.

 

A história que pretende ser constantemente contada, ou o que se pretende é mesmo contar a história e ficar por aí, um titulo que poderá perdurar, como se de um feito se tratasse?

Diz o velho ditado que a felicidade está no caminho e não na chegada.

Em termos mais práticos; é possivel refazer constantemente os objetivos que nos propomos? Ou estamos preparados para aceitar uma constante reformulação, adequação, estar regularmente em ajustamento com os passos que temos em frente para efetivar?

 

É possivel provar sim um mundo cheio de nada e essa é sempre a conclusão uma vez chegados ao objetivo.

 

Uma das histórias mais comuns que temos é a do Gustavo.

O Gustavo era um homem que tinha chegado à idade da reforma, depois de tanta ansiedade e minutos contados chegou finalmente ao dia mais aguardado, à idade da sua reforma. Depois tantos sacrifícios, de trabalho incansável, queria mesmo era se retirar, parar e disfrutar da vida, pois sempre trabalhou, cansou de trabalhar, desde pequeno. E, uma vez na reforma não conseguiu aguentar mais de um ano e morreu.

Mas histórias como a do Gustavo, encontramos todos os dias, mais ou menos próximas das realidades que conhecemos.

 

Estas realidades não se aplicam sómente às pessoas, pois as empresas como seres activos e dinâmicos, são possuidores de uma enorme complexidade de enquadramento no mundo que as torna possivel viver. Todo e qualquer organismo vivo ou que o colocarem com vida, são detentores de uma enorme dificuldade de ajustamento às realidades, porque somos seres de hábitos e os hábitos fazem o monge e os monges fazem parte da história e é com mais história que ganhamos mais capacidade crítica.

 

De certa forma este tem sido o fio condutor que faz correr o tempo de passagem pelos curtos parágrafos que cada um está destinado. A história tem sido escrita dessa forma, com mais ou menos destino, tudo dependerá do grau de aceitação de cada um.

A individualidade está cada vez mais em risco, mas o mundo terá cada vez menos capacidade em se afirmar, sem uma grande evolução da individualidade.

Contrariamente à globalização, pelo espaço físico que apresenta, o homem e a mulher serão cada vez mais capazes de se afirmar pela sua capacidade individual, sendo uma necessidade vital, inclusivamente de sobrevivência, a individualidade permanente.

 

Sendo isto verdade, por toda a relatividade que nos sustenta, fazer do caminho que se percorre constantemente, uma permanente história inacabada, que outros continuarão, num caminho que iniciamos ou num caminho que continuamos, permite fazer da presença, uma coisa real e capaz.

 

Tempos houve em que a história se contava a partir de...era uma vez!

 

 

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