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O Livro do Tempo

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

Como se, não acreditar, fosse viável.

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Como se, não acreditar, fosse viável.

 

É o debate do costume, quando se ouve por aí alguns entendidos dizendo que não acreditam em nada, não acreditam em Deus, este é o primeiro passo para se demarcar a posição do eu sou diferente da populaça que anda sempre atrás de coisas que não existem, depois não acreditam na existência da vida, não acreditam na espiritualidade, mas, pasme-se, acreditam no futebol, nos golos fora de série que são marcados, acreditam na sua própria força de vontade e finalmente, por vezes acreditam em milagres, de qualquer tipo; quem diria que os não acreditantes pudessem chegar a um destino que, com certeza, é tão inóspito para músculos cerrados.

Eu acredito, tenho Fé!

Pois é, cada um tem o que lhe diz respeito, porque Fé não está apenas atribuído a instituições religiosas, nem à espiritualidade e muitos menos a quem se diz dono da verdade, possuidor de forças indestrutíveis, ou até mesmo aos gurus  da Fé. A Fé que eu acredito, que é a minha identificação como ser humano, tem raízes humanas do, também estamos por cá para cumprir uma missão.

Até pode ter algum grau de veracidade, sempre tem com certeza na prespectiva individual, ou mais do que veracidade, identificar âmbitos crediveis que cada um se apresenta perante a Fé, perante a suprema ligação ao Poder.

Como existem muitos que dizem que são agnósticos e outros que se dizem ateus e ainda outros que apenas acreditam no materialismo, tambem afirmo que nada disso existe.

Acreditar não é apenas um acto místico, é sobretudo uma presença natural, física, material e espiritual. Todos nascemos, fruto de uma força, que acreditou em cada um de nós.

As empresas nascem porque se acredita que o plano de negócios a ela atribuído é a base de viabilidade e futuro. O atleta de alta competição ganha troféus, porque acredita que o seu potencial desportivo pode levá-lo a grandes reconhecimentos e cada um dos quase sete mil milhões de seres que cá estão, estão de facto cá, porque no fundo acreditam que a coisa funciona, ou mesmo e no extremo pode vir a funcionar, mesmo com dificuldades.

São incontáveis a quantidade de  histórias que existem um pouco por todo o mundo, sobre factos de sucesso de pessoas que conseguiram realizar o que desejavam e o que planearam e com grande incidência pessoas de poucos recursos, com grandes limitações a acessos, mas que conseguiram chegar onde queriam.

O único factor determinante em qualquer processo, é acreditar. Quantas vezes já ouvimos o, se eu não acreditar em mim, quem mais acreditará.

O não acreditar é um não facto, é uma falha de um sistema integral ao ser humano, é a mesma coisa que dizer que fulano não tem fala e que sem a sua fala, fulano está completo. O mesmo se passa com o poder de acreditar.

Vivemos uma casa comum, mais relativa do que pensamos ou mesmo imaginamos. A diversidade desta casa comum é tão mais igual, quanto as capacidades que nos são entregues e não nos é dado o direito de recusar a atribuição.

Quando não se acredita, recusa-se ao próprio, está a colocar-se a negação do ser no patamar mais absoluto que a humanidade possa recusar. Não acreditar, não é viável.

A reflexão sobre o sucesso e o falhanço de projectos e causas, está no quanto a individualidade abraça o critério, na capacidade que tem de acreditar.

Vejamos, os ditos elementos cheios de recursos, que aparentemente só dariam para ter sucesso: O Brasil é um dos países com mais e mais valiosos recursos naturais do mundo, contrariamente à Suiça, que de recursos naturais tem muito pouco. Entendam-se de recursos naturais, o que na fórmula clássica vem da terra, apenas. Ainda não chegamos à parte mais importante, que é nos classificarmos a nós próprios, como a melhor qualidade de resursos. Mas até há quem diga que não possivel comparar entre estes dois países, porque o seu tempo de existência é muito desigual. Então comparemos entre o Brasil e os Estados Unidos, que são dois países do mesmo novo mundo.

A história de Jean-Marie Roughol, um sem abrigo francês, que foi ajudado por uma alta figura do estado para começar a escrever, com sucesso, é envolta de uma singular capacidade de renovação da humanidade, em prol do indivíduo.

Não vale sequer prestar atenção na força que cada um acredita, mas só é possivel inverter estes processos, quando se acredita que é possivel e que acontecerá mesmo.

O mundo é feito de relações, ligações, inter ligações, com direitos e deveres nas suas consequências.

A cada indivíduo está atribuido o direito e o dever de intervir, no que a sua capacidade ditar para a memória do seu percurso, porque não acreditar, não é viável.

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