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O Livro do Tempo

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

As práticas da teoria.

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 As práticas da teoria.

 

Entre os séculos XVI e XVII, viveu um dos mais notáveis cientistas da história da humanidade, Galileo Galilei, que descobriu e deu a conhecer ao mundo de então, que o planeta Terra era apenas parte de um sistema e não o centro do sistema.

Em Janeiro de 1642, tinha chegado ao final o percurso de Galileo, mas com a convicção de dever cumprido, que tinha anunciado ao mundo, o que estava disponível, as teses da verdade, independentemente das teorias existentes e do que teria sido correcto considerar.

Passados quase quatrocentos anos, a Igreja vem pedir perdão ao mundo, pela atrocidade cometida, pelos males causados, pelas mentiras ditas, pela manipulação feita, mas já acontecido, tudo o que não deveria ter acontecido, aconteceu da forma mais perversa, para que o sistema não tivesse sido afectado.

Podemos considerar que, Graças a Deus, a Igreja evoluiu e reconhece o seu pecado, com o sentimento de pena por não poder voltar a trás e refazer uma realidade que não deveria ter acontecido.

Nenhuma teoria da conspiração será relevante ou mesmo válida, até que a sua invalidade aconteça e as práticas de validade são determinadas pelo acontecimento mais importante, em prol de uma doutrina relevante, para quem a determina.

Na actualidade, Karylawo está preso por não concordar pela forma de governação do seu país. Há dez anos que está impedido de ser um homem livre e participar na forma de alterar esse estado de coisas e dar ao seu povo melhores condições de vida.

Dentro de quatrocentos anos, a História estará, provavelmente, a redimir-se de um novo acontecimento já repetido.

Se Karylawo tiver sorte, a História fará a sua memória.

Os complexos sistemas sociais, que envolvem a complexidade humana, aquela que o individuo detém por si só e faz parte de um grau de actuação de conjunto com determinações, são pilares fundamentais para avaliar a existência, ou identificar se será necessário pronunciar sobre a existência de correntes contrárias.

O que existe é favorável à evolução, suporta o desenvolvimento, inclusivamente social, favorece a dignidade de homens e mulheres, com apenas uma condição.

A teorica discursiva das dificuldades da mudança, instalam-se aí mesmo. Mais do que as dificuldades, é a completa impossibilidade.

Treina-se o desapego a conceitos ultrapassados, mas ninguem quer sair da sua zona de conforto.

Inventam-se conceitos, adequados à ocasião, com algum tipo de objectividade de sentido disperso, para criar movimentação.

Colam-se rótulos ao indivíduo, para que a marcação seja avivada na hora própria e se sirva uma prática actualizada.

A velha escola mantém a teoria. Está definido que o descritivo teórico serve os superiores interesses da humanidade e assim deve ser.

As práticas são adequadas e ajustadas ao tempo da sua aplicação.

As façanhas das conspirações são servidas a pratos cheios, como elemento do visado.

Que se engane quem pensa que a figura de conspirador é para definir o agressor. Essa figura está inteiramente dirigida à defesa do atingido, porque faz parte do descritivo da teoria.

Esse poder de clamar aos ventos os rótulos, com a capacidade de fazer ecoar nos mais sólidos relevos, assim o determina.

No fazer é que está o ganho, para que a defesa possa atacar com a precisão de eliminação.

As teorias da conspiração nunca existiram, o que existe mesmo é um imaginário fértil de ideias sempre prontas a defender o indefensável, sempre prontas a eliminar tentativas de instalação em espaços já ocupados.

Ninguém em seu perfeito juizo, cede terreno, para que fique em inferioridade.

Por isso se inventaram as teorias da conspiração, que servem alertar o mundo dos malefícios da existência de quem não serve.

Promove-se os locais mais inóspitos, tal como cenas de filmes mais marcantes, onde a sinistralidade é feita dirigir para alas mais esquerdas, se actuais.

Galileo Galiei descobriu que a Terra não é o centro do Universo, mas sim parte de um sistema maior e assim estaria a reduzir o poder a uma insiginificância temerária, difícil de arrumar.

Encontramos centros de universos capazes de criar teorias de conspiração, a cada esquina!

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