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O Livro do Tempo

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

O que se sabe hoje, é infinitamente menos do que na realidade existe!

A flexibilidade da teoria do abandono

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A flexibilidade da teoria do abandono.

 

Sou um degustador amador de futebol, o que quer dizer que só gosto de apreciar bom futebol, o que dentro do meu conceito futebolístico é demasiado pobre para encontrar uma caracterização especial de um conhecedor de regras, para uma boa arte de como manusear o futebol.

Nos seus tempos, D. Duarte I de Portugal, escreveu a célebre “Arte de bem cavalgar toda a cela” e que se tornou um livro de ensinanças para todo o candidato a bom cavaleiro.

Nessa altura ser candidato era coisa rara, porque todos os cargos eram por inerência e por nomeação real e embora o cargo estivesse disponivel para uma camada quase exclusiva, não colocaria de fora outros que tivessem unhas, ou mãos para segurar as rédeas.

Nestes tempos, creio que se estaria a experimentar um certo abandono algum conceito exclusivo. Pode ser.

Mas voltemos ao futebol, porque nos dias de hoje, as teorias são de consumos de massas, orientadas para regras completamente desregulamentarizadas.

Outro dia fiquei horrorizado quando ouvi um especialista de futebol, dizer que o conceito de treino de futebol não é mais repetir, vezes sem conta, mecanismos tácticos, ou seja, fazer de equipas de homens e mulheres, maquinas fazedoras de procedimentos. Nem queria acreditar no que estava a ouvir.

Então o futebol se desenvolveu assim, em treino repetitivo, onde toda a gente sabia em que local preciso a bola iria ser colocada, ou gíria futebolistíca, onde a bola iria caír e de um momento para o outro, as coisas iriam mudar.

O velho futebol tinha em mãos uma das suas grande revoluções, está a observar uma mudança drástica de arte.

Tudo está a ser cada vez mais imprevísivel, inclusivé a imprevisilidade de conceitos.

Dantes tinhamos o faz assim para obter desta forma. Dantes, era ontem, o que quer dizer que passaram longas vinte e quatro horas, que foram perdidas ou ganhas, se o discernimento foi conseguido ou não.

Parece que tudo está a mudar, ou tudo mudou, ou tudo sempre esteve em mudança e só agora estamos a dar conta disso, ou damos mais conta disso porque é muito rápido.

O tempo passa  voar e não é apenas os anos, porque essa coisas de anos é uma medida com uma grandiosidade luxuosa, numa unidade de tempo cada vez mais rara e só para coisas de excepção pode ser aplicável.

Será que nós seres humanos estamos à altura dos acontecimentos? Estaremos a entrar na mesma velocidade que as mudanças? Porque queremos que assim seja, ou por completa incompetência de ser humano, homem e mulher de carne e osso, fez o favor de colocar a si próprio, como de um desafio se tratasse?

Há uma total vaga de abandonar tudo o que se aprendeu até hoje.

Esqueça o que foi uma base de sobrevivência no dia de ontem. A linha que dirigiu o ontem não existe mais, nem tão pouco as matérias pendentes deixaram de o ser. Estavamos desatentos e a verdade do não deixes para amanhã o que podes fazer hoje, se tornou real, apenas recusamos entender a sabedoria.

Não deixes para amanha o que não vais poder fazer amanhã

A circunstância do abandono a que foi decididamente abandonado como uma cruel realidade de imposição dos tempos e cuja crueldade só foi criada pelo criador da dinâmica, que hoje só tem dificuldades de acompanhar.

Existe uma teoria de abandono à destruição da verdade, aquela que existia.

Tenhamos consciência do contexto. Se ela existir, de facto, existirá a consciência do plano e haverá a capacidade de decisão, na qualidade que impõe.

Insisto; será que existe preparação para tudo isto?

Convenhamos que sim. Tempos houve, em que o movimento era feito sem rodas; depois veio a invenção da roda, provavelmente a maior da história, mas não tenhamos ilusões que voltaremos a ter movimentos sem rodas. Pois, já não lembrava que existem.

A teoria do abondono imporá também o abondono da descoberta de Galileo e

chegar-se-à conclusão que Galileo, apenas tinha razão num determinado periodo de tempo, ao que foi circunscrito a asunção da verdade das descoberta.

Chegaremos à conclusão que estavamos a bater a cabeça em sítio errado, quando ansiosamente tentavamos perceber a origem do mundo. Qual ainda não sei, mas com certeza que saberei, um dia.

Abandonar o provável, será uma boa forma de encontrar um desenvolvimento evolutivo de uma verdade. Não será de todas com certeza, pois nessa altura estaremos a presenciar o fim do mundo, mas uma parte dessa verdade, teremos com certeza mais definida.

Não estaremos na presença de um mundo imperfeito, isso não estamos, porque o mundo se começou a formar sempre a um nível de exigência quase perfeita, mas se esqueceu dos seres humanos, para que pudessem evoluir ao mesmo nível e dentro do mesmo plano. Um está fora do outro e não é possivel que consigam sobreviver um sem o outro no mesmo plano.

Sabemos uma ínfima parte do que na realiade existe e se é conhecedor, tão pequena, que estariamos completamente descontrolados, se soubessemos o dobro do que sabemos hoje.

Uma Liderança das antigas.

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Dá vontade de perguntar, o que é que fulano ou cicrano têm para serem tão admirados, para serem sempre tão referênciados, para terem todas as luzes da ribalta à sua volta, por serem capa de jornais a toda a hora?

Existe tanta gente por aí, que faz de tudo para terem, já não digo os famosos cinco minutos de fama, mas pelos menos um minutinho. Com uma preparação de vida incrível, um curriculum invejável. Tantas vezes, nem um minutinho lá chega. Porque será?

Um velho costume, de raízes profundas, ancestrais mesmo, sem que isso signifique algum tipo de ligação heriditária, proclama a atitude de servir para se ser líder.

O Papa Francisco esteve em Portugal há poucos dias. É o chefe da maior comunidade religiosa do mundo e é o líder de cerca de mil milhões de seres humanos.

Quem conhecia este homem até à sua eleição para papa, eram muito poucos. Em pouco tempo se afirmou naturalmente no seio da comunidade que dirige, essencialmente devido a duas ordens de razão: é um líder que serve a sua comunidade e é um homem que toma as suas decisões, corajosamente.

Com certeza que esta atitude é de risco, um risco muito elevado, porque a evolução de conceito ditou um espaço de proteção exclusivo, aliás como sucede em todas as terminologias de semelhança.

Nada fará prever, uma vez mais, que qualquer recusa de batalhar contra o medo, será um aprofundamento do vazio da existência.

Existem provas, cada vez mais consistentes, que a falta de liderança, engrossa a muralha do medo, mas uma muralha nublosa.

Se tivessemos uma liderança das antigas, não seria nada disto, dizem os mais entendidos, mas que podemos estender aos mais envergonhados, não aqueles que têm vergonha, mas os que se escondem.

Ah...quanta ingenuidade existe em tudo isto, quanta falta de presunção se pretende atirar a um mundo reconhecível para uma vasta denominação de conjunturas desenvolvidas pelas veredas de uma oportunidade.

Sejamos francos, o mundo não necessita mais de liderança ou lideranças, necessita sim de quem trabalhe, de quem dê o corpo ao manifesto e vá suar as estopinhas do quanto custa a vida.

Para quê estar a falar em liderança? O que faz falta mesmo é quem mande nisto, de quem ponha ordem nisto, porque só se vê desordem.

A preocupação chega a estes pontos sim, uns que clamam por uma liderança que ilumine, outros que sabotam a tentativa de ignorância dos energúmenos que só sabem estragar os planos do que se está a fazer.

Diz o mesmo protagonista que, cada um faz o seu trabalho, independentemente as suas origens e causas. Muito bem.

Costuma-se dizer que a verdade vem sempre ao de cima, é como o azeite.

Oxalá que a entrada de uma nova era simplificada de processos, permita liderar conceitos básicos de uma vida bem vivida, plena da complexidade da vida que alimenta o ser humano. Afinal quem interessa servir, senão a razão disto tudo, a razão de palmilhar uma evolução comum.

Ninguém é igual a ninguém. Por mais quantidade que a população do mundo cresça e habitantes tenha este planeta à beira de uma pequena galáxia quase desconhecida, não encontraremos nunca dois seres humanos iguais e independentemente da contínua e eterna guerra entre o bem o mal, a direção necessita estar nas mãos da sabedoria.

Ah...de novo a ingenuidade, com certeza.

O oposto é comer pela medida grande.

Como formar uma cultura de responsabilidade em três tempos

Como formar uma cultura de responsabilidade em tr

 

O título é bem sugestivo e até parece um daqueles livros de como conseguir que o milagre da sua vida chegue até si em 3 passos, ou como o aladino possa saír da lamparina  num abrir e fechar d’olhos.

Mas não é. O caso dos três tempos está relacionado com as repentinas mudanças de rumo, sempre que a oportunidade assim requer, de oportunidade sagazmente fugaz de responsabilidade que não se quer nas mãos, nas dos próprios, quando a mesma escalda de quente.

A educação, aquela que instrui e educa, assume um papel muito importante no desenvolvimento da reponsabiidade e tinhamos uma pessoa, na nossa govenança, que costumava dizer que “é melhor não dar muito acesso de educação ao povo, para não sofrerem tanto, os coitados quanto menos souberem menos sofrem”. Mesmo assim.

Para além disso, é também conveniente decidir por eles, porque como sabem tão pouco não sabem tomar as melhores decisões.

Hoje os tempos são bem diferentes, tiveram uma volta de cento e oitenta graus e de uma cultura de pouco se saber e pouco saber, para muito saber e muitas das vezes de excesso de saber, ao ponto que o mundo se obrigou a si mesmo de encontrar notícias falsas para contrariar tendências pouco oportunas.

Tudo de faz para criar uma cultura de reponsabilização, isso mesmo, responsabilização. Não se trata mais de irresponsabilização. A era da irresponsabilidade também passou há muito tempo. Vivemos uma nova época, um tempo que se exige escolhas, que quem é escolhido exige que quem escolha, faça as suas escolhas, porque se o dever não é cumprido, a ignorancia da cidadania irá ditar caminhos de seleção.

Tem-se falado, com alguma frequência, que um dos grandes males do mundo actual, ou seja, deste ciclo que vivemos, está nas elites que nos governam e entenda-se os que nos governam de uma forma abrangente, porque todos temos linhas de hierarquia cujo reporte abrange um circulo aberto e contínuo e nesse círculo se inclui a responsabilidade de quem decide, de quem decide decidir e de quem decide agir para decidir.

As coisas não podem ser reponsaveis quando são boas e quando os ventos estão de feição, como também não podem ser irresponsaveis quando, de repente, tudo se torna nublado e o que recebemos não é exactamente o que tinhamos previsto.

A imprevisibilidade é um elemento dos Grandes, desde os homens (e aqui se inclui as mulheres, porque aprendi que no plural se emprega o masculino, mas francamente desconheço se houve alguma alteração gramatical), até aos ambientes (e estes são tudo menos os físicos, tudo menos as salas ou salões bem decorados).

A Europa, mas se quisermos ser mais precisos chamamos de União Europeia, teve como base de projecto a paz no pós guerra. Cresceu e adaptou-se, como é natural, como também os seus pressupostos e conceito.

O descontentamento vivido hoje na Europa, não pode ser apenas de responsabilidade do povo, ou apenas e só dos governos nacionais, bem como não pode ser apenas das instâncias governativas da Europa. Talvez esse mesmo descontentamento provenha disso mesmo. Ninguem gosta que quem tem o microfone na mão, diga alto e em bom som, que a culpa é do tal ou dos tais porque não entendem nada disto. Para isso é necessário passar também o microfone a esse tal e esses tais.

A boa análise requer que, também, tenhamos presente os exemplos que ao longo da vida nos são apresentados, os bons e os maus, aqueles que são catalizadores do que percorremos e aqueles onde a retórica de recusa nos fazem padrão.

O exemplo da Europa foi apenas apresentado como um de tantos que encontramos todos os dias, exempos grandes e pequenos, cada um à sua dimensão para compreender o estigma da responsabilidade, porque parece mesmo um estigma ser reponsável por decisões que se toma.

É claro que o percurso histórico leva muito tempo até ser tratado, muitas voltas até caír novamente no ciclo da responsbilidade.

Quem faz o que quer, sujeita-se a assumir a sua parte de responsabilidade, ou deveria ser assim, ou o tempo deve assumir a sua quota de responsabilidade, porque a única coisa que de facto temos, que é verdadeiramente nossa propriedade, que nos é dado (e não de uma forma gratuita), é o tempo.

As pedras do caminho

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Conheço o Michael faz muitos anos, desde o tempo em que comecei a viajar, ou melhor, a dar as primeiras asas para as viagens, grandes e pequenas e esta é uma história que sempre me faz parar para pensar numa das grandes preocupações que nós seres humanos temos, sempre tivemos e cada dia que passa faz acrescer o grau de preocupação em cada um.

O Michael tem uma formação superior em engenharia mecânica e desde o início da sua vida profissional, decidiu por tomar as rédeas da sua própria empresa de negócios, ou seja, a formação académica que decidiu tomar, de uma forma simples e directa, de pouco serviu aos conhecimentos tecnicos adquiridos, mas de tudo serviu, completamente serviu e alicerçou a sua carreira profissional.

O que vemos hoje, com tendência para aumentar de uma forma tão assustadora, são carreiras profissionais planeadas ao longo de muitos anos, se esfumarem em breves segundos. Todas as linhas profissionais, todas sem exceção, estão em risco e isto únicamente devido aos meios tecnológicos já desenvolvidos e ao que está para chegar.

Não haja ilusões sobre isto, para que a realidade seja melhor encarada e sobretudo tratada e principalmente para que haja o discerinimento total sobre o plano de vida a ter.

Históricamente este panorama existe desde sempre, profissões que desaparecem e são substituidas, outras que literalmente desaparecem sem deixar rasto e ainda outras que evoluem.

Hoje, as coisas correm a uma velocidade ultra luz, que nem damos conta das mudanças que se verificaram, a menos que exista a capacidade de ler o tempo que há-de vir, com as realidades que vivemos.

Mas, se considerarmos a possibilidade de como será o mundo daqui a cem anos, talvez tenhamos a sorte de antever um exercício profissional inimaginável, um mundo do trabalho difícil de enquadrar no pensamento de hoje e tenhamos em consideração que a velocidade a que corre um século de vida, é muito maior hoje do que há cem anos.

O tempo do tempo que andava devagar, que dava para saborear, que tinha tempo para reflectir e enquadrar considerações, sumiu.

Hoje esse tempo existe, pela metade.

Não devemos nos preocupar com a nossa vida dentro de cem anos, mas devemos zelar pela vida que existirá em cem anos. O que acontecer hoje, bem ou mal, terá repercurssões dentro de cem anos, por isso, o mundo tem a responsabilidade de assegurar o bem estar do ambiente que ajudou a criar, inclusivamente porque o legado familiar que deixamos, cada um de nós, é de nossa directa responsabilidade e se cada um fizer a sua parte, então teremos mundo para viver.

A grande questão que se coloca pode ser, então, o que vamos fazer no futuro? O que será da vida profissional? Qual será o mundo do trabalho em que nos enquadraremos?

Esta última questão pode ser fundamental sobre os olhos como vemos o trabalho. Bem melhor que sejamos nós próprios a nos enquadrarmos, do que sejam outros a decidirem pelo nosso enquadramento.

Este é o primeiro passo.

Salomão terá deixado no seu legado para a humanidade, uma das mais importantes directrizes actuais: “Salomão a morrer, Salomão a aprender”.

Não creio que a formação, académica e espontânea, prevista e planeada, seja mais a solução para uma vida de trabalho e não só e talvez nunca foi. A formação académica e a vontade de adquirir conhecimento deve ser natural no ser humano, para que seja possivel decidir, ter a capacidade de decidir sobre a vida que cada um deseja ter.

Cada vez mais, a identificação do tamanho das pedras e se as mesmas servem para construir ou para impedir, será decisivo para o percurso e essa identificação só é conseguida com conhecimento e construção humana.

O desafio da individualidade

Era uma vez...o que leva a ficar por um passado distante e muitas vezes, ou até mesmo a maior parte das vezes, não mais vivenciável, pela distância que ficou e que fica irremediavelmente.

 

A história que pretende ser constantemente contada, ou o que se pretende é mesmo contar a história e ficar por aí, um titulo que poderá perdurar, como se de um feito se tratasse?

Diz o velho ditado que a felicidade está no caminho e não na chegada.

Em termos mais práticos; é possivel refazer constantemente os objetivos que nos propomos? Ou estamos preparados para aceitar uma constante reformulação, adequação, estar regularmente em ajustamento com os passos que temos em frente para efetivar?

 

É possivel provar sim um mundo cheio de nada e essa é sempre a conclusão uma vez chegados ao objetivo.

 

Uma das histórias mais comuns que temos é a do Gustavo.

O Gustavo era um homem que tinha chegado à idade da reforma, depois de tanta ansiedade e minutos contados chegou finalmente ao dia mais aguardado, à idade da sua reforma. Depois tantos sacrifícios, de trabalho incansável, queria mesmo era se retirar, parar e disfrutar da vida, pois sempre trabalhou, cansou de trabalhar, desde pequeno. E, uma vez na reforma não conseguiu aguentar mais de um ano e morreu.

Mas histórias como a do Gustavo, encontramos todos os dias, mais ou menos próximas das realidades que conhecemos.

 

Estas realidades não se aplicam sómente às pessoas, pois as empresas como seres activos e dinâmicos, são possuidores de uma enorme complexidade de enquadramento no mundo que as torna possivel viver. Todo e qualquer organismo vivo ou que o colocarem com vida, são detentores de uma enorme dificuldade de ajustamento às realidades, porque somos seres de hábitos e os hábitos fazem o monge e os monges fazem parte da história e é com mais história que ganhamos mais capacidade crítica.

 

De certa forma este tem sido o fio condutor que faz correr o tempo de passagem pelos curtos parágrafos que cada um está destinado. A história tem sido escrita dessa forma, com mais ou menos destino, tudo dependerá do grau de aceitação de cada um.

A individualidade está cada vez mais em risco, mas o mundo terá cada vez menos capacidade em se afirmar, sem uma grande evolução da individualidade.

Contrariamente à globalização, pelo espaço físico que apresenta, o homem e a mulher serão cada vez mais capazes de se afirmar pela sua capacidade individual, sendo uma necessidade vital, inclusivamente de sobrevivência, a individualidade permanente.

 

Sendo isto verdade, por toda a relatividade que nos sustenta, fazer do caminho que se percorre constantemente, uma permanente história inacabada, que outros continuarão, num caminho que iniciamos ou num caminho que continuamos, permite fazer da presença, uma coisa real e capaz.

 

Tempos houve em que a história se contava a partir de...era uma vez!

 

 

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